1/09/2012

A Constituição da República :: A Constituição da República :: A Democracia Portuguesa :: Governo de Portugal

A Constituição da República :: A Constituição da República :: A Democracia Portuguesa :: Governo de Portugal

Na verdade foi assim que ma venderam; a Constituição da República é uma Lei fundamental que garante aos portugueses que todas as Leis ou Dec-Leis serão obrigadas a respeitar os seus princípios, o que significa que todos os cidadãos deste pais devem ser tratados da mesma forma, quer em termos jurídicos, quer em termos sociais, só que tal atitude foi logo esquecida pelos políticos deste pais, que passaram a preocuparem-se com as suas nomeações para os lugares políticos, nomeando em seguida os seus familiares e amigos, quase sempre sem capacidade para o desempenho do cargo, mas para ter um bom ordenado e não só, esquecendo desta forma o povo que lhes deu o voto para ocuparem o dito lugar. Tem sido notado com frequência que as ditas nomeações partidárias como não são do quadro o novo partido ganhador muda-os, mesmo que demonstrem capacidade para o lugar, assim como foram substituídos alguns funcionários de chefia, por sujeitos do partido que muitas vezes mal sabem escrever o nome é nestas situações que mais se nota a ocupação do lugar por favor e não por capacidade profissional. Há também a considerar as várias leis e decretos lei que tem saído e que não estão totalmente de acordo com a Constituição e ninguém tem tomado posição para que sejam devidamente rectificadas ou mudadas, nem a nível de Presidentes da Republica, nem o próprio Tribunal Constitucional toma tal posição, chego a pensar que estes Órgãos só existem para tapar os olhos ao povo e para haver mais uns lugares com bons ordenados para distribuição. A nossa Constituição prevê que sejam feitas consultas ao povo sobre determinados assuntos de interesse Nacional; por exemplo a entrada para a Europa; a entrada para a moeda única, o Euro; vários assuntos internos para serem regulamentados mas de forma a que uma maioria do povo fique sabendo de que se trata e para que fim se destina; quais os seus benefícios e os seus contras caso os tenha, etc.. Ora como as alterações que tem sido feitas é exclusive de comum acordo de determinados partidos políticos, não seria descabido de todo que se perguntasse ao povo quais as alterações mais pertinentes que agora deveriam ser feitas, que muitas delas já são do domínio publico os senhores políticos é que fazem ouvidos moucos, embora neste caso as palavras e alterações que são faladas não sejam loucas, como diz o ditado, é isso sim por grandes interesses dos partidos, que estão a deixar de ser democráticos e a utilizar o sistema da ditadura (Quero posso e mando), era assim que o Salazar escolhia os seus acólitos, ora numa democracia verdadeira os seus representantes devem ser escolhidos directamente pelo povo e de preferência conhecedores da zona ou Distrito que vão representar.

1/06/2012

Público - A Constituição de Portugal e o futuro que queremos

Público - A Constituição de Portugal e o futuro que queremos

Assinei a petição via on-line, há já cerca de um ano, da qual até hoje mais nada soube, espero que a mesma continue actual e venha contribuir para as competentes alterações que venham a ser feitas. Não é do meu conhecimento se a mesma foi ou não já enviada à Assembleia da Republica, espero que sim ou pelo menos que o venho a ser. Como estou totalmente de acordo com o conteúdo que fazia parte da referida petição e do qual espero que todo ou algum venha a ser incluído no futuro texto, para bem dos portugueses e de Portugal. 2012-01-06- Manuel Freitas

11/18/2011

SÓ QUANDO LHE TOCAM NA BATINA:

Como Cidadão minimamente responsável, mas sempre atento ás manobras políticas, quer me parecer que estes senhores deputados e políticos em geral ,  não estão suficientemente capazes de desempenhar o seu papel, porque uma das primeiras acções  teria sido as ditas alterações à Constituição, que tão badaladas foram durante a campanha para as legislativas, pelos elementos  dos vários partidos, coisa que logo passou ao esquecimento, como aliás vem sendo hábito há 38 anos,  depois de terem feito essas alterações necessárias  já poderiam fazer a aplicação de taxas extras para colmatar as asneiras que o governo de Sócrates fez, de forma a que  todos os portugueses pagassem, de harmonia com os seus rendimentos e não só por aqueles que já estão a pagar desde o principio do corrente ano, dividindo assim os portugueses em duas classes, de 1ª. não pagantes e de 2ª. os pagantes, o que de certa forma demonstra pouca capacidade de decisão política e muita ignorância do que é este Portugal profundo, chego a ficar com duvidas se o antigo Sócrates se foi embora ou encarnou neste Coelho. Assim não vamos lá e lá se vai por água a baixo  a dita Democracia, que neste pais está muito crua e falsa. Também não posso deixar  de referir aqui que a Associação dos senhores Juízes já se devia ter manifestado  sobre assuntos desta natureza , pois já foram feitas Leis na Assembleia que não estariam segundo os parâmetros em relação há Constituição e nada disseram, mas como agora também lhes vai tocar na batina, já se estão a mexer, mas como todos sabem é a eles que mais  compete a verificação das leis deste pais, já que muitas delas são por eles aplicadas e a nível do Tribunal Constitucional  são eles que devem verifica-las segundo a Constituição e não só quando lhe puxam a batina que usam em tribunal. 18-11-2011-Manuel Freitas

11/04/2011

Cancelar o contrato com o seu operador de internet/TV/telefone/telemóvel vai ser mais simples (act.)

Cancelar o contrato com o seu operador de internet/TV/telefone/telemóvel vai ser mais simples (act.)

Não posso deixar de dar os parabéns à ANACOM, pela iniciativa, embora reconheça que já era tempo de alguém tomar a iniciativa para melhorar o sistema de contratos de fornecimento de telecomunicações, porque as empresas faziam o que muito entendiam e consumidor via´-se muitas vezes obrigado a continuar com a mesma operadora, mesmo com seu prejuízo, faço votos para que isso venha ser usado entre as duas partes .

10/28/2011

Economistas e juristas do público ganharão menos 50% do que os seus pares no privado

Economistas e juristas do público ganharão menos 50% do que os seus pares no privado

Não há duvida que aqueles senhor do Banco de Portugal, como tem a bolsa cheia, manda fazer estes trabalho a quem paga uma boa quantia, talvez para dar um jeito a algum amigo, como vem sendo habitual neste pais da corrupção, mas o senhor deve ter-se esquecido que os portugueses não são todos burros e como tal sabem muito bem que estas estatísticas só servem para tapar o sol com um peneira, porque pegar num ordenado de 100.00 E para um sujeito e 100.00 E para 50 sujeitos, ora 200.00E por 51 sujeitos dá uma média de 3.90E para cada um, só que um só leva metade, aqui está um exemplo de como os senhor políticos e não só fazem as contas, pões a maioria a passar fome e meia dúzia de barriga cheia, esta é como a das comparações com o resto da Europa, estamos sempre mais baixos quando é para nos aplicar impostos, mas nunca comparam os ordenados de todos os cidadão europeus com o nosso, essa dava muito nas vistas e os políticos deste pais podem ser corruptos mas não são tolos e como se vê ainda há profissões que no privado ganham mais que no Estado, embora se trate de profissões já muito bem pagas, agora vejam a situação das outras profissões no estado, que em comparação ganharam muito menos, até porque tem menos habilitações académicas, já que as profissionais tem de saber um mínimo para concorrerem aos lugares, salvo quando vão enviadas por um político influente ai a coisa é diferente, são os tais que depois andam lá na sombra dos que trabalham, sem que este possam abrir a boca. 2011-10-28.

10/19/2011

Economia - "Não faz sentido" suspender subsídios de férias e de Natal na EDP - RTP Noticias

Economia - "Não faz sentido" suspender subsídios de férias e de Natal na EDP - RTP Noticias

Segundo o senhor Mexia Administrador da EDP e outros administradores de outros serviços do Estado, como Banco de Portugal etc:., não faz sentido suspender aos funcionários daqueles serviços o subsidio de Férias e de Natal, do próximo ano, porque tem produzido muito, porque são bons rapazes etc;, quer dizer que afinal os Administradores das empresas do Estado, pagos pelos impostos do povo é quem mandam nesta coisa, fazem e desfazem, mas afinal que raio de governo é este, toma ou não posições capazes de fazer a diferença entre um simples administrador e um ministro de Estado, que foi colocado ali com razão dos votos do povo, e um Administrador nomeado pelo Ministro da Tutela.
Se até aqui a maioria dos portugueses está contra o corte dos ditos subsídios, a partir daqui o povo vai se revoltar mais, porque numa democracia verdadeira e real, não é o bom para uns e o mau para outros, é repartidos, o que sofrem uns também sofrem os outros, o que pagam uns pagam os outros, senhor primeiro ministro para Sócrates chegou um e mais nenhum,não se deixe dominar por esses oportunistas, lá diz o ditado cada macaco no seu galho. 2011-10-19-Manuel Freitas

10/11/2011

Correio do Minho - Opinião

Correio do Minho - Opinião

Após a leitura do artigo que refere o Dec-Lei nº. 50/2011, de 8 de Junho e Portaria nº. 244/2011, de 21 de Junho do corrente ano, começo por dar os parabéns ao Correio do Minho, pela publicação, isto porque tenho escrito muito sobre essa possibilidade , inclusive enviado essas criticas pela falha dessa matéria, a vários governantes, que por incrível que pareça nem resposta davam, com algumas excepções claro, na verdade só o Presidente da Republica sabia agradecer certas informações, os restantes como é natural já sabem tudo e dai a actual situação do pais, faço votos para que agora comece a melhorar, mas ainda bem que nem todos os jornais ignoraram isso, que é uma disciplina muito útil para tudo e todas asa situações do cidadão.
Muitas das matérias que fazem parte da cidadania estão ligadas a outras, mas o ensinar a sua interpretação na parte legal é muito importante para o futuro dos alunos, assim como os contactos pessoais, o relacionamento social, com todas as pessoas, de forma a saber a diferença do que está bem e o que está mal, mesmo na parte legal é importante saber a diferença do que lhe é destinado como dever e como direito, pode ser que desta forma os futuros deputados não sejam tão ignorantes como os que por lá tem passado, alguns nem sabem abanar a cabeça, muito menos escrever algo que jeito tenha.